7 músicas lançadas em 1976 que completam 50 anos em 2026

Em 2026, essas músicas completam 50 anos de lançamento — um marco que ajuda a dimensionar não apenas o tempo que passou, mas o impacto duradouro que elas tiveram nas rádios, nas pistas e na memória afetiva de diferentes gerações.

A seguir, uma seleção editorial de músicas lançadas em 1976 que continuam vivas no repeat.

🎶 As músicas:

Don’t Go Breaking My Heart – Elton John & Kiki Dee

Lançado como um dueto leve e contagiante, o single se tornou um dos maiores sucessos da carreira de Elton John. Presença constante nas rádios, a música mostrou como simplicidade e carisma podiam resultar em um hit duradouro.

Dancing Queen – ABBA

Poucas músicas capturam tão bem o espírito de uma época quanto “Dancing Queen”. Com melodia sofisticada e apelo universal, o clássico do ABBA atravessou gerações e se mantém como um dos maiores hits da história do pop.

You Should Be Dancing – Bee Gees

Aqui, os Bee Gees consolidaram de vez sua fase dançante. A música dominou pistas e paradas, ajudando a moldar o som que definiria o fim da década e anteciparia a explosão da disco music.

Silly Love Songs – Wings

Paul McCartney respondeu às críticas com uma canção que provava o poder das melodias simples. “Silly Love Songs” virou um sucesso absoluto e reafirmou o Wings como uma das bandas mais populares da época.

More Than a Feeling – Boston

Com um riff imediatamente reconhecível, a música marcou a estreia do Boston e se tornou um dos maiores clássicos do rock melódico. Um daqueles casos em que poucos segundos bastam para identificar a canção.

If You Leave Me Now – Chicago

Balada marcante do soft rock dos anos 70, a música levou o Chicago ao topo das paradas e se transformou em um dos maiores sucessos românticos da década, muito presente nas programações de rádio.

Dreamer – Supertramp

Leve, melódica e reflexiva, “Dreamer” ajudou a consolidar o Supertramp no cenário internacional. Uma canção que equilibra simplicidade e sofisticação, mantendo seu frescor mesmo décadas depois.

Cinquenta anos depois, essas músicas seguem presentes em playlists, rádios e lembranças pessoais. Mais do que números ou datas, elas representam momentos, sentimentos e épocas que continuam sendo revisitadas por quem viveu — e por quem descobre agora.

No Eu Vivo no Repeat, elas existem exatamente para isso: lembrar que algumas canções nunca ficam presas ao passado. Elas apenas atravessam o tempo.

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