Sobre o Eu Vivo no Repeat

Algumas músicas não envelhecem. Elas saem das rádios, somem das paradas, desaparecem das conversas — e continuam lá, intactas, esperando o momento em que alguém coloca para tocar de novo e sente tudo de uma vez. É exatamente sobre essas músicas que o Eu Vivo no Repeat existe.

O projeto nasceu da convicção de que a memória musical merece mais do que listas genéricas e algoritmos de streaming. Merece contexto. Merece história. Merece alguém disposto a pesquisar o que estava acontecendo na vida de um artista quando ele entrou no estúdio, por que uma gravadora recusou um disco que virou clássico, ou como uma música escrita em vinte minutos numa varanda do East End de Londres conquistou o mundo inteiro.

O que é o Eu Vivo no Repeat

O Eu Vivo no Repeat é um arquivo vivo da memória musical, com foco nas décadas de 70, 80 e 90 — o período em que o pop internacional encontrou sua forma definitiva e deixou uma geração inteira marcada para sempre. Com abertura para clássicos brasileiros que dividem o mesmo espaço afetivo, o projeto reúne hoje mais de 100 matérias publicadas, organizadas por décadas, artistas e temas.

Cada texto publicado aqui parte de uma pergunta simples: o que torna essa música inesquecível? A resposta raramente está só na melodia. Está nos bastidores, no contexto histórico, na história pessoal de quem a escreveu, na forma como ela chegou até as pessoas em um momento específico do mundo. É isso que buscamos contar — com pesquisa, com cuidado e com a honestidade de quem trata música como cultura, não como entretenimento descartável.

O projeto está no ar desde janeiro de 2026 e publica novos conteúdos todos os dias, incluindo matérias no site, vídeos curtos no YouTube e no Instagram, e posts no Facebook — sempre com o mesmo critério editorial: relevância cultural, profundidade histórica e conexão emocional com o leitor.

Como o conteúdo é produzido

Cada publicação do Eu Vivo no Repeat passa por um processo editorial que começa na pesquisa e termina na escolha de cada palavra. Não publicamos listas de curiosidades soltas. Publicamos histórias — com começo, meio e fim, com fontes verificadas e com o compromisso de entregar algo que o leitor não sabia antes de chegar aqui.

O recorte editorial é deliberado. Não cobrimos lançamentos. Não seguimos tendências do momento. O critério único de publicação é a relevância permanente: músicas e artistas que atravessaram décadas e continuam presentes na memória afetiva de quem viveu aquelas épocas — e na curiosidade de quem quer entender por que certas canções resistem ao tempo enquanto tantas outras desaparecem.

O projeto opera como um curador independente, sem vínculo com gravadoras, plataformas de streaming ou qualquer interesse comercial que possa comprometer a escolha do que é publicado. A única régua é a qualidade da história.

O que você encontra aqui

O site está organizado para que você possa navegar do jeito que fizer mais sentido para você:

Por décadas — Anos 70, Anos 80 e Anos 90 agrupam as matérias pelo período em que as músicas foram lançadas e viveram seu momento de maior impacto.

Por artistas — Uma seção dedicada a explorar trajetórias completas, conectando diferentes músicas de um mesmo nome ao longo do tempo.

Playlists — Seleções editoriais disponíveis no Spotify, organizadas por tema e época, pensadas como experiências de escuta com começo e fim — não como coleções aleatórias.

Loja — Uma curadoria de discos de vinil, CDs e livros selecionados pela equipe do projeto para quem quer levar a memória musical para além da tela.

Para quem é o Eu Vivo no Repeat

Para quem viveu os anos 70, 80 e 90 e quer mais do que nostalgia — quer entender o que tornou aquele tempo único. Para quem cresceu ouvindo os pais colocarem um disco e sempre se perguntou o que havia por trás daquela música. Para quem entende que algumas faixas não saem do repeat porque foram feitas para durar.

Se você chegou até aqui, provavelmente já sabe exatamente do que estamos falando.

Contato e redes sociais

O Eu Vivo no Repeat está presente no YouTube, Instagram, Facebook e TikTok com publicações diárias — sempre com o mesmo tom curatorial do site.

Para contato editorial ou comercial, acesse a página Contato.