Quando The Final Countdown começou a tocar nas rádios em 1986, era impossível ignorar aquele teclado marcante que anunciava algo grandioso. Em poucos segundos, o mundo inteiro sabia que estava diante de um hit.
Gravada pela banda sueca Europe, a música se tornou muito mais do que um sucesso radiofônico. Ela virou um símbolo dos anos 80, presente em estádios, eventos esportivos, filmes, programas de TV e playlists ao redor do planeta.
Um riff de teclado que mudou tudo
O icônico riff de sintetizador foi criado por Joey Tempest ainda no início da carreira da banda. Curiosamente, a ideia original surgiu como uma introdução inspirada em sons espaciais — e acabou se tornando um dos intros mais reconhecíveis da história do rock.
Apesar de carregar elementos de hard rock, “The Final Countdown” apostou em uma sonoridade acessível, épica e grandiosa, perfeita para o espírito exagerado e emocional da década.
Do hard rock ao sucesso global
Antes do lançamento da música, o Europe era conhecido principalmente no circuito europeu. Com “The Final Countdown”, a banda rompeu fronteiras:
📻 #1 em mais de 20 países
📻 Topo das paradas na Europa, Reino Unido e diversos mercados internacionais
📻 Presença constante nas rádios e na MTV
O sucesso foi tão grande que a música passou a definir a identidade da banda — para o bem e para o mal. Mesmo com outros hits relevantes, “The Final Countdown” se tornou impossível de dissociar do nome Europe.
Um hino que nunca saiu de cena
Décadas depois, a faixa segue sendo usada como trilha de momentos decisivos: entradas de times, finais de campeonato, grandes anúncios e cenas de virada. É o tipo de música que transforma qualquer situação em algo épico — mesmo fora do contexto original.
No Eu Vivo no Repeat, ela representa exatamente isso:
canções que atravessaram o tempo e continuam provocando impacto imediato ao primeiro acorde.
🎧 VALE OUVIR NO REPEAT
“The Final Countdown” (1986)
Europe
Para continuar nos anos 80:
A playlist Hits nostálgicos dos anos 80, do Eu Vivo no Repeat, reúne músicas que dominaram rádios, estádios e a memória coletiva. Ouça no Spotify.
Curadoria: Eu Vivo no Repeat

