Lançada em 1992, “Dreams” foi a música que apresentou o The Cranberries ao mundo — e também revelou a voz inconfundível de Dolores O’Riordan, que rapidamente se tornaria um dos grandes símbolos da música dos anos 90.
Com melodia delicada, atmosfera suave e letra intimista, a canção se destacou por ir na contramão do rock alternativo mais pesado que dominava o período. “Dreams” falava de sentimentos simples, descobertas emocionais e da intensidade do primeiro amor — algo universal e atemporal.
Uma música nascida da emoção, não da ambição
“Dreams” foi escrita ainda nos primeiros anos da banda, quando os integrantes buscavam identidade e espaço na cena musical irlandesa. A letra reflete uma experiência pessoal de Dolores, que transformou emoções reais em versos diretos e honestos.
Essa autenticidade é um dos principais motivos pelos quais a música atravessou décadas sem perder força. Não havia fórmula, nem cálculo comercial — apenas sentimento traduzido em som.
🎬 Assista ao vídeo
O impacto de “Dreams” nos anos 90
Mesmo sendo o primeiro single da banda, “Dreams” rapidamente ganhou espaço nas rádios alternativas e, depois, nas paradas internacionais. O sucesso ajudou a impulsionar o álbum de estreia Everybody Else Is Doing It, So Why Can’t We? e abriu caminho para outros clássicos do grupo.
Mais do que um hit, a música ajudou a definir o estilo do Cranberries: melodias suaves, letras emotivas e uma presença vocal impossível de confundir.
Uma canção que continua viva
Décadas depois, “Dreams” segue sendo redescoberta por novas gerações — seja em trilhas sonoras, séries, playlists nostálgicas ou vídeos nas redes sociais. É uma prova de que algumas músicas não pertencem apenas a uma época: elas atravessam o tempo.
🎧 Uma estreia delicada que se transformou em clássico.
Leia também
• Against All Odds, de Phil Collins: quando o amor virou trilha sonora dos anos 80
• “Don’t Dream It’s Over”, do Crowded House: um clássico que nunca envelhece
📌 Ficha técnica
• Música: “Dreams”
• Artista: The Cranberries
• Ano: 1992
• Álbum: Everybody Else Is Doing It, So Why Can’t We?

